SigaME

Como o SigaME funciona

Quais dispositivos existem, o que cada um faz, como o SigaME descobre onde as coisas e as pessoas estão e onde usar cada módulo.

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Sala selecionada no gêmeo digital, com a lista dos itens que estão nela

01

Quem é quem: os dispositivos do SigaME

O SigaME enxerga o hospital por meio de dispositivos. Cada um tem um papel: alguns ficam fixos no prédio, outros vão nos equipamentos e outros são carregados pelas pessoas.

Entender esses papéis é o primeiro passo para entender todo o resto. A tabela mostra onde cada dispositivo fica, o que ele faz e como o sistema descobre onde ele está.

Em uma frase: o que vai na pessoa conversa com ela, o que vai no equipamento só avisa onde está, e o que fica no prédio escuta tudo.

Ilustração: a plataforma no centro, ligada ao eCom do profissional, à eTag, ao beacon, à etiqueta RFID e à infraestrutura fixa
DispositivoOnde ficaO que fazComo é localizado
eComCom o profissionalPager bidirecional: recebe tarefas e alertas e permite responder com botõesPelo Wi-Fi do hospital (o eCom+ também usa 4G e GPS)
eTagEm equipamentos e em pontos fixosTag inteligente: informa a posição do item e pode medir temperatura e umidade ou servir de gateway de beaconsPelo Wi-Fi do hospital
Beacon BLEEm carrinhos, bombas e outros equipamentos móveisAnuncia um código por Bluetooth de baixa energiaPelos gateways BLE fixos que o escutam
Etiqueta RFID passivaEm caixas, bandejas, kits e pulseirasResponde ao leitor com o seu código, sem bateriaPelos leitores, antenas e portais RFID
Âncora Wi-FiFixa no prédioServe de referência de sinal e mede o ambienteTem posição conhecida
Gateway BLEFixo no prédioEscuta os beacons e informa o que ouviuTem posição conhecida
Leitor e portal RFIDFixos em pontos de passagemRegistra quem entrou e quem saiuTem posição conhecida
eChargerNa estação de cargaCarrega até oito eCom e identifica o usuário por cartão de aproximaçãoTem posição conhecida

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eCom: o pager bidirecional do profissional

O eCom é um aparelho pequeno que o profissional leva consigo. Pense nele como um pager que fala nos dois sentidos: a plataforma manda uma mensagem e o profissional responde com um botão.

Ao mesmo tempo, o Wi-Fi do hospital localiza o eCom. Por isso o SigaME sabe quem está mais perto de cada tarefa, sem ninguém precisar avisar onde está.

Passo a passo

  1. A plataforma chama. Uma tarefa do Flow ou um código do TRR chega ao eCom com alarme sonoro, vibração e a cor do alerta.
  2. O profissional lê. A tela mostra o que fazer e onde.
  3. O profissional responde. Três botões servem para aceitar, recusar ou concluir. A resposta volta para a plataforma na hora.
  4. O sistema acompanha. Enquanto a pessoa se desloca, o RTLS mostra por onde ela anda, e a chegada ao local pode ser reconhecida sozinha.
Exemplo

Um maqueiro recebe a corrida de um paciente para a tomografia e aceita pelo botão. Quando ele chega ao quarto, o Flow marca a chegada sem que ninguém precise ligar.

O que esperar

  • Um eCom serve um módulo por vez, Flow ou TRR, e cada módulo tem as suas próprias equipes.
  • Para áreas externas, o eCom+ acrescenta rede celular 4G e GPS.

Em uma frase: o eCom põe a tarefa certa na mão certa e ainda diz onde essa pessoa está.

Ilustração: a plataforma envia uma mensagem ao eCom, que mostra a tarefa e devolve a resposta do profissional

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O que vai nos equipamentos: tags e beacons

Equipamentos não falam, mas podem carregar uma etiqueta que avisa onde estão. Há três famílias, e o hospital escolhe conforme o custo e a precisão de que precisa.

  • eTag (Wi-Fi)

    Tag inteligente que fala pela rede Wi-Fi e é localizada como o eCom. Também pode medir temperatura e umidade ou servir de gateway de beacons.

  • Beacon BLE

    Etiqueta que anuncia um código por Bluetooth. É a escolha para carrinhos e equipamentos móveis. Gateways BLE fixos escutam e informam.

  • Etiqueta RFID passiva

    Não tem bateria. Responde quando passa perto de uma antena, em portais e pontos de leitura. Ideal para caixas, bandejas e kits.

Em uma frase: a mesma pergunta, "onde está?", tem três respostas técnicas, e o SigaME usa as três juntas.

Ilustração: três equipamentos com uma eTag, um beacon e uma etiqueta RFID, cada um sendo percebido de um jeito

04

O que é RTLS?

RTLS significa Real Time Location System: um sistema que descobre, em tempo real, onde estão pessoas, equipamentos e materiais.

Ele junta o que você acabou de ver: dispositivos nas pessoas e nos equipamentos, uma infraestrutura fixa que capta os sinais e uma plataforma que calcula e mostra o resultado.

Passo a passo

  1. Cada item carrega um dispositivo. Um eCom, uma eTag, um beacon ou uma etiqueta RFID.
  2. O prédio escuta. Âncoras Wi-Fi, gateways BLE e leitores RFID captam os sinais.
  3. A plataforma calcula. Cada tecnologia tem o seu motor de localização, e o resultado converge num formato comum: local, andar e horário.
  4. A resposta aparece. No mapa ao vivo, no gêmeo digital 3D e em palavras.
Exemplo

Ao buscar uma bomba de infusão, o SigaME responde "perto da Sala 12, vista há 40 min" e mostra o ponto no mapa. Os equipamentos livres aparecem primeiro.

O que esperar

  • O sistema mostra o nível de certeza que realmente tem: o ponto no mapa, só a sala, só o andar ou apenas a proximidade.

Em uma frase: o RTLS troca "alguém viu a bomba de infusão?" por uma consulta no mapa.

Ilustração: uma etiqueta emite sinal, um ponto fixo o capta, a plataforma calcula e o mapa mostra a posição

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Como localizamos com Wi-Fi

O sinal de Wi-Fi fica mais fraco com a distância e com as paredes. Por isso, em cada ponto do prédio, cada âncora chega com uma força diferente, e o conjunto dessas forças funciona como uma impressão digital daquele lugar.

O SigaME aprende essas impressões digitais na instalação e depois as usa para descobrir onde um dispositivo está.

Passo a passo

  1. O dispositivo escuta. O eCom mede a força do sinal das âncoras ao redor.
  2. Compara com o mapa de rádio. O mapa de rádio guarda, por andar, a impressão digital esperada de cada ponto.
  3. Calcula o ponto mais provável. Um motor probabilístico escolhe onde aquela combinação de sinais tem mais chance de acontecer.
  4. Acompanha o movimento. Quando o aparelho se move, o sistema usa o histórico recente para suavizar e confirmar a posição.
  5. Confirma andar, sala e posição. A resposta vai do geral ao específico: primeiro o andar, depois a sala, depois o ponto.
Exemplo

O eCom no corredor ouve a âncora A forte, a B média e a C fraca. Essa combinação só combina com um trecho do corredor no mapa de rádio, e é ali que o SigaME marca o profissional.

O que esperar

  • Mudanças no prédio podem alterar o sinal, por isso existem calibração e alertas de qualidade.

Em uma frase: sinais de várias âncoras viram uma posição no mapa.

Ilustração: três âncoras Wi-Fi medem o sinal de um dispositivo e a plataforma encontra o ponto mais provável no mapa

06

O que são âncoras?

Âncoras são dispositivos Wi-Fi fixos, instalados em pontos conhecidos do prédio. Elas servem de referência: o sistema sabe exatamente onde cada uma está.

Além de ajudar na localização, as âncoras medem o sinal umas das outras, o que alimenta a autocalibração, e também podem medir a temperatura e a umidade da sala onde estão.

Passo a passo

  1. Ficam em pontos fixos. A posição de cada âncora é cadastrada na planta.
  2. Medem o sinal. Elas captam o sinal dos dispositivos e dos vizinhos.
  3. Informam a plataforma. As medidas viram parte do mapa de rádio e do monitoramento do ambiente.
Exemplo

Uma âncora no corredor do terceiro andar ajuda a localizar os eCom que passam por ali e, ao mesmo tempo, informa a temperatura e a umidade desse local.

O que esperar

  • Quanto mais bem distribuídas as âncoras, melhor a cobertura de localização.

Em uma frase: âncoras são os pontos de referência fixos do prédio.

Ilustração: uma âncora fixa na parede emite sinal, conversa com outras âncoras e mede temperatura e umidade

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O que são gateways BLE e beacons?

Beacon é uma etiqueta pequena que anuncia seu código por Bluetooth de baixa energia (BLE). Pode ir em um carrinho, em uma bomba de infusão ou em outro equipamento móvel.

Gateways BLE são receptores fixos que escutam os beacons e informam o que ouviram. Um beacon não fala com o hospital por conta própria: quem fala é o gateway.

Passo a passo

  1. O beacon anuncia. Ele repete o seu código de tempos em tempos.
  2. Os gateways medem. Cada gateway que o escuta informa a força do sinal que recebeu.
  3. A plataforma junta os relatos. Com os relatos de vários gateways e o modelo de rádio do andar, ela estima a posição.
  4. Entrega o melhor nível possível. O resultado pode ser o ponto no mapa, a sala, o andar ou a proximidade.
Exemplo

O carrinho de emergência leva um beacon. Dois gateways do corredor o ouvem, e o SigaME mostra "na Sala 12" para quem procurar.

O que esperar

  • A plataforma processa centenas de beacons ao mesmo tempo, e a qualidade da posição depende da cobertura de gateways.

Em uma frase: o beacon fala, os gateways escutam e o SigaME decide onde ele está.

Ilustração: um beacon em um carrinho anuncia seu código e dois gateways BLE o escutam e informam a plataforma

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RFID e portais: quem passou por aqui

Etiquetas RFID passivas não têm bateria. Quando passam perto de uma antena, recebem a energia do próprio leitor e respondem com seu código. Por isso são ótimas para caixas cirúrgicas, bandejas e kits.

Em locais conhecidos, como a porta de uma sala, os leitores registram a passagem. Nos portais com direção, o sistema sabe também se o item entrou ou saiu.

Passo a passo

  1. O leitor emite um campo. A antena cria uma área de leitura em um local conhecido.
  2. A etiqueta responde. Ao entrar na área, ela devolve o seu código.
  3. O sistema associa ao local. Como a posição do leitor é conhecida, o item passa a estar "naquele lugar".
  4. O portal diz a direção. Nos portais com direção, o leitor informa se foi uma entrada ou uma saída.
Exemplo

Uma caixa cirúrgica atravessa o portal do centro cirúrgico, e o sistema registra que ela entrou.

O que esperar

  • O RFID mostra presença e passagem em locais conhecidos, e não uma posição contínua. Itens identificados só por RFID aparecem no mapa na posição do leitor.

Em uma frase: o RFID marca presença e passagem em locais conhecidos, sem bateria na etiqueta.

Ilustração: uma caixa com etiqueta RFID atravessa um portal e o sistema registra que ela entrou

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Do sinal ao "na Sala 12"

A posição calculada vira um local útil, como quarto, sala, setor ou leito, e um andar. A resposta chega em palavras e no mapa.

O SigaME é honesto sobre a certeza: mostra o ponto exato quando tem evidência para isso e, quando não tem, mostra só a sala, o andar ou a proximidade.

Em uma frase: o SigaME prefere dizer "perto da Sala 12" a inventar uma precisão que não tem.

Sala selecionada no gêmeo digital, com a lista dos itens que estão nela
Ao clicar numa sala no gêmeo digital, o SigaME lista os itens que estão nela agora.

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O aplicativo SigaME Mobile

O celular do profissional também pode fazer parte do sistema. O aplicativo entrega as tarefas e alertas do Flow mesmo com o app em segundo plano.

O mesmo aparelho também pode ser localizado.

Passo a passo

  1. Entrada e turno. O profissional entra no app e abre o turno.
  2. Recebe a tarefa. Uma notificação acorda o app, sem precisar deixá-lo aberto.
  3. Aceita, recusa ou conclui. Com um toque, e com "desfazer" por 2 segundos para corrigir um erro.
  4. É localizado. O aparelho lê sinais de Wi-Fi e Bluetooth para que o sistema saiba onde ele está.
Exemplo

Uma auxiliar de limpeza recebe a tarefa de uma sala no celular, aceita, e o Flow acompanha o início e o fim da limpeza pela presença dela.

O que esperar

  • Notificações push funcionam no Android. No Windows, o app localiza, mas não recebe notificações push.

Em uma frase: o app põe a tarefa certa na mão certa.

Ilustração: um celular recebe uma tarefa com notificação e o profissional aceita ou recusa com um toque

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Calibração e autocalibração

Para localizar bem, o SigaME precisa aprender como o sinal de rádio se comporta em cada andar. Isso gera o mapa de rádio. Há três caminhos para construí-lo e mantê-lo:

Passo a passo

  1. Survey. O instalador caminha pelo andar e marca pontos conhecidos, com o aplicativo.
  2. Autocalibração. As âncoras medem o sinal umas das outras, e o sistema usa essas medições para construir e manter o mapa.
  3. Qualidade e recalibração. Painéis mostram cobertura, erro e mapas de calor, e o sistema avisa quando é hora de recalibrar.
Exemplo

Depois de uma reforma, o painel de qualidade mostra uma área com erro maior. O instalador faz um survey rápido naquele trecho, e a localização volta a ficar precisa.

O que esperar

  • O mapa de rádio é por andar, e a autocalibração ajuda a mantê-lo afinado ao longo do tempo.

Em uma frase: a autocalibração ajuda a manter o mapa de rádio afinado ao longo do tempo.

Ilustração: o instalador percorre o andar marcando pontos, as âncoras medem umas às outras e a qualidade do mapa sobe

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Um pedido de transporte, do começo ao fim

Veja como os dispositivos trabalham juntos em uma situação do dia a dia: levar um paciente para um exame.

  1. O pedido. A enfermagem escolhe o favorito do setor e envia em dois toques.
  2. A escolha. O Flow vê quem está livre e quem está mais perto, usando o RTLS dos eCom, e oferece a corrida ao primeiro da fila justa.
  3. O aviso. O eCom do maqueiro toca e vibra, e a tela mostra de onde e para onde.
  4. O aceite. Ele aceita com um botão. Quem pediu vê que a corrida foi aceita e a estimativa de chegada.
  5. O caminho. O RTLS acompanha o deslocamento no mapa, e o coordenador vê tudo em tempo real.
  6. A chegada. Com o eCom no local, a chegada é marcada sozinha.
  7. A conclusão. O maqueiro conclui. Tudo fica registrado com horário, e os tempos entram nos relatórios.

Em uma frase: ninguém ligou, ninguém procurou e cada etapa ficou registrada.

Onde usar cada módulo

Escolha pelo problema que mais pesa hoje. Estes são exemplos do dia a dia.

Flow

Quando o problema é fazer a tarefa certa chegar à pessoa certa, a tempo.

Transporte para exame

A enfermagem pede o maqueiro em dois toques. O Flow oferece a tarefa a quem está disponível e mostra ao solicitante quando ele aceitou e quando chega.

Limpeza de sala cirúrgica

A sala fica livre e a tarefa de limpeza é criada. Com RTLS, o início e o fim são marcados pela presença do profissional.

Alta do paciente

A alta gera sozinha a limpeza terminal do leito.

Chamada por botão na parede

O crachá e um botão segurado por 5 segundos criam a tarefa, já com o local certo.

RTLS

Quando o problema é saber onde as coisas estão e se há o suficiente.

Achar uma bomba de infusão

Busque pelo nome ou pelo patrimônio e veja "perto da Sala 12". Os equipamentos livres aparecem primeiro.

Estoque mínimo por setor

Se um setor fica abaixo do mínimo de equipamentos livres, o RTLS avisa e gera a tarefa de reposição.

Caixa cirúrgica a caminho

Um portal RFID registra a entrada e a saída e mostra se a caixa chegou ao centro cirúrgico.

Manutenção em dia

Equipamentos não vistos há mais de 7 dias e manutenções vencidas aparecem em uma lista.

Journey

Quando o problema é saber quanto o paciente espera em cada etapa.

Espera por exame

O quadro mostra a etapa atual e o tempo nela, com alerta quando passa da meta.

Acompanhante informado

Um QR code mostra a etapa e a espera típica, sem login e sem dados pessoais.

Giro de sala

O relatório mede a saída do paciente, a limpeza, a ociosidade e a entrada do próximo.

TRR

Quando o problema é acionar a equipe clínica certa, rápido e com registro.

Os códigos e as cores seguem o protocolo de cada hospital.

Código Azul

Exemplo comum: parada cardiorrespiratória. O TRR chama um profissional por perfil, com alarme no eCom, e passa para o próximo se alguém recusar ou não responder.

Código Amarelo

Exemplo comum: deterioração clínica. A equipe é formada pelos perfis definidos para esse código, e a chegada é reconhecida pela localização.

Outros códigos do hospital

Como o Código Laranja, sepse ou AVC: o hospital configura prazos, perfis obrigatórios e quem responde. Tudo fica na trilha de auditoria.

Botão de pânico

Um toque no eCom avisa os gestores, com o local, sem abrir ocorrência.

Sense

Quando o problema é manter temperatura, umidade e pressão dentro da faixa.

Geladeira de vacinas

Perfil de 2 a 8 °C. Se a temperatura sai da faixa pelo tempo configurado, o alarme dispara e o aviso sobe por e-mail.

Farmácia e almoxarifado

Mapa de temperatura por sala e relatório de conformidade em PDF, no lugar do registro em papel.

Hemoderivados e amostras

Sensores com certificado e validade de calibração controlados, com aviso de vencimento.

Sala cirúrgica

O indicador de pressurização avisa quando a sala perde a pressão usual em relação ao corredor. É uma indicação, não uma certificação.

Perguntas frequentes

Preciso contratar todos os módulos?

Não. Cada módulo é contratado de forma independente ou combinada. O hospital começa pelo problema mais urgente e amplia depois.

O SigaME precisa se integrar ao sistema do hospital (HIS)?

Não. O SigaME funciona sozinho: todo cadastro é feito nele. A integração com HIS, CFTV e e-mail é opcional e não bloqueia a implantação.

Como fica a privacidade do paciente?

O paciente é identificado só pelo número do prontuário. Nome, CPF e data de nascimento não entram no sistema, e toda consulta à jornada fica registrada.

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